quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Sucessão estadual: Gervásio prevê debate 'fácil' para Azevêdo se Cartaxo for escolhido o candidato das oposições na Paraíba

Sucessão estadual: Gervásio prevê debate 'fácil' para Azevêdo se Cartaxo for escolhido o candidato das oposições na Paraíba
A largada para a camapanha eleitoral de 2018 ainda não foi dada, mas o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Gervásio Maia (PSB), já faz prognósticos de quem dominará o debate no âmbito estadual.
Diante do cenário atual, onde o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB) e o secretário de Estado de Recursos Hídricos, João Azevêdo, aparecem como possíveis candidatos, Gervásio vê pouca resistência do gestor da Capital, assim como do tucano, diante do trabalho desenvolvido por João Azevêdo na Paraíba. "O que vai se discutir no curto período que teremos daqui pra frente são projetos. Se o prefeito da Capital for candidato, o debate vai ser maravilhoso porque não fez nada", disse o chefe do Poder Legislativo paraibano sobre Cartaxo.
Gervásio disse que a administração do atual prefeito de João Pessoa não realizou obras básicas para a população pessoense. "Está pensando que ciclovia na [Avenida] Beira Rio, onde devem passar uma ou duas bicicletas por dia resolve os problemas das pessoas que estão sem calçamento, sem saneamento nos seus bairros?", questionou.

Da Redação com PB Agora

Passa bem a promotora de Justiça Ismânia Nascimento que capotou carro na BR-230


A promotora de Justiça Ismânia do Nascimento Rodrigues Pessoa da Nóbrega sofreu um acidente de carro na tarde desta quinta-feira (14) no quilômetro 74 da BR-230, sentido João Pessoa – Campina Grande.
A Polícia Rodoviária Federal informou que a promotora estava só no veículo e disse que estava em seu veículo quando tentou desviar de uma moto que atravessava a rodovia, perdeu o controle e acabou capotando.
Ismânia foi socorrida para o Hospital de Trauma de João Pessoa por uma ambulância do Samu. De acordo com a assessoria de imprensa da unidade, ela recebeu os primeiros atendimentos e passa bem.

Da Redação com Polêmica

Doenças relacionadas à gripe provocam até 650 mil mortes por ano no mundo



Até 650 mil pessoas morrem anualmente por doenças respiratórias relacionadas à gripe. A estimativa foi divulgada hoje (14) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a partir de levantamento do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (US-CDC, na sigla em inglês). O número é maior do que o último estudo, divulgado há dez anos, que indicou até 500 mil óbitos anuais.
A maioria das mortes ligadas à gripe ocorre nas regiões mais pobres do globo. A África Subsariana, o Leste do Mediterrâneo e o Sudeste Asiático são as áreas com maior risco de óbitos em consequência dessas enfermidades. As nações em desenvolvimento são responsáveis por quase todas as perdas de crianças com até 5 anos por essa causa.
Na análise por faixa etária, a maior ocorrência do problema está entre pessoas com mais de 75 anos, com taxa de 223 mortes a cada 100.000 indivíduos. No grupo entre 64 e 75 anos, o índice cai para até 44 óbitos a cada 100.000 indivíduos, e para homens e mulheres com idade abaixo de 64 anos, a taxa de mortes é de 6,4 a cada 100.000 habitantes.
Segundo os autores do estudo original usado como base para a divulgação da OMS, levantamentos anteriores subestimaram o problema e as causas do índice devem ser melhor investigadas por autoridades de saúde e pesquisadores, incluindo causas não relacionadas à respiração.
“Essas informações indicam a grande carga da gripe e seus substanciais custos sociais e econômicos para o mundo. Elas destacam a importância da prevenção de epidemias sazonais bem como a preparação para eventuais pandemias”, afirma o diretor-executivo do Programa de Emergências da OMS, Peter Salama.
Brasil
O Ministério da Saúde registrou 2.629 casos de gripe ao longo do ano, com 487 mortes. Em 2016, ano em que houve uma ocorrência muito grande do vírus H1N1, foram 12.174 casos e 2.220 mortes. Em 2015 e 2014, os números foram mais baixos do que os registrados até agora em 2017, com 1.089 casos e 175 óbitos e 1.794 casos e 326 falecimentos, respectivamente.
Na avaliação do pesquisador do Laboratório de Vírus Respiratório e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Fernando Motta, a redução dos casos este ano em relação a 2016 pode ser explicada por um controle do surto de H1N1, que se deve, entre outras razões, à adoção de novas vacinas.
Outro motivo da redução, segundo Motta, é a presença maior de uma variação do vírus mais comum e menos poderosa do que o H1N1. “Tivemos circulação de um vírus que existe desde 1968, o H3N2. Associada a fatores ambientais, essas mudanças indicariam um impacto menor neste ano, com redução na contabilização de casos”, explica.
Vacinação
Em 2017, o foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe foram as pessoas com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a 5 anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, indígenas, gestantes, mulheres em até 45 dias após o parto e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis. De acordo com o Ministério da Saúde, o público-alvo é definido com base nos grupos “considerados mais vulneráveis”.
Para a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabella Ballalai, um dos desafios para reduzir os casos de gripe no Brasil é garantir a adesão da população às campanhas. Segundo ela, em geral, a preocupação com a vacina se manifesta mais fortemente quando há notícias de epidemia, como no caso da gripe H1N1.
“É preciso que a população entenda que influenza é grave sempre, não só quando ouvimos falar dos casos. Quando as pessoas temem a doença elas procuram a vacina. Isso foi visto no caso da H1N1, pessoas desesperadas fazendo filas de cinco horas. Quando a doença sai das manchetes, as pessoas esquecem dela”, compara

Da Redação com Paraíba

Energisa estima que 8 mil consumidores paraibanos furtem energia elétrica

Theobald, no entanto, não soube apontar onde estão os ‘gatos’. “Se soubesse eles não seriam clandestino”, declarou


A Energisa estima que oito mil consumidores no Estado pratiquem fraude contra a concessionária responsável pela distribuição de energia elétrica na Paraíba. De acordo com o diretor presidente da empresa, André Theobald, é uma conta fácil de fazer ‘o consumo é maior do que a oferta’.
Theobald, no entanto, não soube apontar onde estão os ‘gatos’. “Se soubesse eles não seriam clandestino”, declarou.
O diretor presidente da Energisa ainda negou que a empresa tenha praticado o ‘Fio Preto’, que, segundo denúncia, funcionários da Energisa estariam aplicando um golpe conhecido como "Fio Preto", para multar consumidores em todo o Estado e encher os cofres da empresa. “Para nós esse crime nunca existiu. A denúncia está morta”.

André Theobald disse ainda que não teme a possibilidade de a Assembleia Legislativa instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a denúncia. “Estou à disposição para qualquer esclarecimento”, disse ao garantir que a concessionária vai continuar com a sua política de combate ao furto de energia.

Da Redação com Click PB

Suspeitos de matar empresário no Juliano Moreira são identificados pela Polícia

Eles foram identificados como Jorge Bezerra e Deiveson de Oliveira

 Os suspeitos de matar o empresário  de Araruna Jonathan do Vale Ribeiro, de 24 anos, dentro do Hospital Psiquiátrico Juliano Moreira, em João Pessoa, foram identificados pela Polícia Civil nesta quinta-feira (14). Ele foi encontrado moto morto no último sábado (9).
 O delegado Reinaldo Nóbrega pediu, e o Tribunal do Júri da Capital autorizou a internação provisória dos dois homens. Eles aguardam julgamento do Instituto de Psiquiatria Penal.
 Jonathan enfrentava um quadro de depressão que se agravou para um surto na terça (4). A família o levou para o Hospital Psiquiátrico Juliano Moreira no último dia 5 de dezembro, e ele acabou morrendo no local, no sábado.

Da Redação com WSCOM

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

“Tive que aplicar remédio amargo”, diz prefeito do Sertão sobre exoneração em massa

“Tive que aplicar remédio amargo”, diz prefeito do Sertão sobre exoneração em massa
O prefeito de Cajazeiras, uma das maiores cidades do Sertão da Paraíba, José Aldemir Meirelles (PP) desabafou sobre recente decisão de exonerar todos os servidores comissionados da gestão municipal, deixando todos sem o pagamento do sonhado 13º salário, pago ao final de cada ano.
“Nós com muitas dificuldades vamos pagar as contas da prefeitura. Eu tive que tomar essa atitude, aplicar um remédio amargo a toda população, aos funcionários, mas eu comecei cortando na carne entre nós mesmos. Eu não posso reduzir salário de prefeito nem de vice-prefeito nem de secretários porque iria infringir a lei, mas eu consegui convencer que deveríamos dar uma contribuição e elaboramos um documento prescrito por todos concedendo a doação do prefeito, do vice e dos auxiliares de 20% do salário líquido para ajudar nessa crise por que estamos passando. Mandei reduzir 30% de todas as gratificações dos efetivos, comissionados, contratados. Mandei reduzir 30% do consumo de combustível. Eu não estou pagando diária a ninguém”, disse.
Aldemir contou um episódio recente que teve que tirar do próprio bolso a quantia de R$ 8 mil só para poder pagar as viagens até Brasília a fim de buscar recursos para a cidade.
“Eu não estou pagando diária a ninguém. Até eu fui para Brasília já três viagens consecutivas e não estou recebendo diária. Estou pagando tudo do meu bolso, o custeio das minhas viagens. Nessas três viagens não gastei menos que oito mil reais e foi tudo pago por mim, mesmo tendo direito de diária. Eu abdiquei disso. Eu reduzi tudo em todas as áreas. Eu precisei tomar medidas. Exonerei todos os cargos comissionados e todos os contratados porque tenho obrigações a cumprir”, disse.
O prefeito contou que se tivesse mantido todos os comissionados na função teria que pagar salário de dezembro e 13º e as exonerações ocorreram justamente para que a prefeitura não tivesse que pagar o mês de dezembro.
“No dia 30 de novembro baixei um decreto em que todos os cargos comissionados, indistintamente, todos os funcionários contratados durante o período de dezembro, porque tenho obrigação de pagar o 13º, mas se eu mantivesse todo o pessoal na função eu iria ter que pagar o salário de dezembro mais o 13º, e a prefeitura não tinha condições. Cargo comissionado é cargo político. Então a gente tá no mesmo barco, na mesma equipe, a gente precisa ter sensibilidade e solidariedade e saber reconhecer o momento que a gente contribuiu”, arrematou.

Da Redação com PB Agora

Pedro é indicado para integrar comissão especial que analisa fim do foro privilegiado



O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) irá integrar a Comissão Especial que vai analisar a Proposta de Emenda à Constituição que restringe o foro especial por prerrogativa de função, mais conhecido como foro privilegiado, em caso de crimes comuns (PEC 333/17). Ele foi indicado pelo líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli. A Comissão foi criada nesta terça-feira (12) pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (PMDB).


"Para que deve servir o foro privilegiado na teoria? À vítima, à democracia, ao deputado que está sendo atingido por desempenhar sua função. Deve servir à vitima, e não ao réu. O foro não está protegendo a vítima, está acobertando o réu", argumentou Pedro sobre o assunto.


A nova regra vale para crimes cometidos por deputados, senadores, ministros de estado, governadores, prefeitos, ministros de tribunais superiores, desembargadores, embaixadores, comandantes das Forças Armadas, integrantes de tribunais regionais federais, juízes federais, membros do Ministério Público, procurador-geral da República e membros dos conselhos de Justiça e do Ministério Público.


Continuariam com foro privilegiado, nesse caso, apenas o presidente e o vice-presidente da República, o chefe do Judiciário, e os presidentes da Câmara e do Senado. Dessa forma, todas as autoridades e agentes públicos hoje beneficiados pelo foro passarão a responder a processos iniciados nas primeiras instâncias da Justiça comum.


Proposta
– A Proposta é de autoria do senador Álvaro Dias (PV-PR) e já foi aprovada no Senado no mês de junho desse ano, de onde seguiu para avaliação na Câmara. No último dia 22 de novembro, a PEC foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Casa. Agora será avaliada pela Comissão Especial e depois será votada em dois turnos no Plenário.


A PEC 333/17 Altera os artigos 5º, 37, 96, 102, 105, 108 e 125 da Constituição Federal para extinguir o foro especial por prerrogativa de função no caso dos crimes comuns, e revoga o inciso X do art. 29 e o § 1º do art. 53 da Constituição Federal

Da Redação com Paraíba